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Má influência

Influenciadores despreparados podem colocar em risco a credibilidade das marcas que representam

Influenciadores ganharam popularidade com anúncios de produtos de todos os setores. E não é à toa. Depois dos amigos e parentes, os influenciadores são a segunda fonte de tomada de decisão para consumidores.

Mas quem pensa que é só chegar e fazer, se engana. Esses profissionais precisam ser qualificados para navegar em redes turvas e evitar problemas futuros. As marcas fazem uma curadoria cirúrgica. Esmiúçam o perfil do influenciador e do seu público para garantir que ambos estejam de fato alinhados com seus produtos e serviços, vasculham seus perfis para garantir que seu histórico não contenha antecedentes que possam prejudicar a credibilidade da marca.

As “webcelebridades” estão em constante exposição e isso quer dizer que estão mais sujeitos a repassar conteúdos enganosos, inapropriados e, por tabela, colocar em risco a credibilidade das marcas que representam.

Afinal, as redes estão emaranhadas e é preciso capacitação para discernir os conteúdos enganosos dos confiáveis. As notícias falsas têm mais chances de viralizarem e os desmentidos nunca percorrem o caminho de volta. Já as informações verídicas levam seis vezes mais tempo para alcançar as mesmas pessoas.

Por isso, todo cuidado é pouco para não cair em uma mentira. Ou pior: passar adiante um conteúdo que vai gerar desinformação ou reações coléricas. Mais do que nunca, influenciadores precisam estar preparados para exercer uma influência positiva e quebrar as correntes de desinformação.


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