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Lugar ao Sol

120 milhões de usuários da internet no Brasil já ouviram pelo menos um programa de podcast

Sensação do momento o podcast é uma das novidades da internet para os usuários e marcas em suas ações de marketing digital.

Segundo um estudo realizado em parceria com o Ibope Inteligência, 40% dos 120 milhões de usuários da internet no Brasil já ouviram pelo menos um programa no formato podcast. Já a quantidade de podcasts brasileiros ultrapassa a marca de dois mil e foram computados apenas os ativos, considerados com uma audiência regular e que estão disponíveis pelas mais diferentes plataformas.

Diante deste cenário, grandes anunciantes começam a experimentar o formato, como é o caso da Petrobras, Caixa, Senac, Natura entre outros.

O formato ganhou relevância recentemente, mas foi em maio de 2004 que o termo “podcast” foi utilizado pela primeira vez para descrever o processo utilizado por Adam Curry. Ex-VJ da MTV e criador do primeiro agregador de podcasts, usando Applescript.

Já o momento de massificação da ferramenta foi com o lançamento do o iTunes, leitor de música digital da Apple. Desde então, esse formato de transmissão é muito utilizado por diversas pessoas e empresas no mundo todo para divulgar notícias e programação.

Existe uma tradição no Brasil de adotar o uso de novas mídias de forma rápida e efetiva, especialmente as relacionadas à internet e no caso dos podcasts não foi diferente.

Mas como toda nova mídia, o uso da ferramenta ainda sofrerá adaptações e melhorias, principalmente no aumento em números de ouvintes. Assim como nas redes sociais, a tendência é o surgimento de mais podcasts e como sempre acontece, novos nomes cairão no gosto e outros, nem tanto assim. Mas o fato é que eles vieram para ficar e, finalmente, reivindicaram seu lugar ao sol.


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Má influência

Influenciadores despreparados podem colocar em risco a credibilidade das marcas que representam

Influenciadores ganharam popularidade com anúncios de produtos de todos os setores. E não é à toa. Depois dos amigos e parentes, os influenciadores são a segunda fonte de tomada de decisão para consumidores.

Mas quem pensa que é só chegar e fazer, se engana. Esses profissionais precisam ser qualificados para navegar em redes turvas e evitar problemas futuros. As marcas fazem uma curadoria cirúrgica. Esmiúçam o perfil do influenciador e do seu público para garantir que ambos estejam de fato alinhados com seus produtos e serviços, vasculham seus perfis para garantir que seu histórico não contenha antecedentes que possam prejudicar a credibilidade da marca.

As “webcelebridades” estão em constante exposição e isso quer dizer que estão mais sujeitos a repassar conteúdos enganosos, inapropriados e, por tabela, colocar em risco a credibilidade das marcas que representam.

Afinal, as redes estão emaranhadas e é preciso capacitação para discernir os conteúdos enganosos dos confiáveis. As notícias falsas têm mais chances de viralizarem e os desmentidos nunca percorrem o caminho de volta. Já as informações verídicas levam seis vezes mais tempo para alcançar as mesmas pessoas.

Por isso, todo cuidado é pouco para não cair em uma mentira. Ou pior: passar adiante um conteúdo que vai gerar desinformação ou reações coléricas. Mais do que nunca, influenciadores precisam estar preparados para exercer uma influência positiva e quebrar as correntes de desinformação.


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