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A experiência do cliente perfeita é um conjunto de interações que excedem as expectativas e necessidades do cliente

Ao invés de competir com coisas quantitativas tipo, algumas empresas optaram por melhorar as métricas qualitativas como: empatia, apoio, aparência e comportamento, e é justamente isso que os clientes almejam.

De acordo com um estudo feito pela RightNow, 86% dos consumidores estão dispostos a pagar até 25% a mais para ter um melhor atendimento e isso permite que as empresas construam fidelidade com os clientes.

Quando utilizado de forma eficaz, essas técnicas facilitam a aquisição e melhoram a retenção. No entanto, é preciso uma série de ações para ser realmente bem-sucedida a longo prazo, além de um bom planejamento, pois elas possuem um alto poder para conquistar consumidores regulares que também promovem e defendem espontaneamente a sua marca.

O pós-venda também deverá trabalhar para manter o relacionamento ativo e próspero, oferecendo atualizações do produto ou orientações para melhorar a performance dos serviços adquiridos, por exemplo.

Outro fator que deve ser levado em consideração é o comportamento do cliente. Levado por suas emoções durante toda a jornada de compra, elas podem induzi-lo a concluir a venda ou a desistir definitivamente da aquisição de determinado produto ou serviço. Por esse motivo, o mapeamento do processo de compra é tão fundamental. Ao compreender a jornada sob a ótica do cliente, a empresa consegue identificar os elementos que o deixam indeciso, insatisfeito ou incomodado, por exemplo.

A experiência do cliente é criada pela contribuição, não apenas dos valores dos clientes, mas também pela contribuição da empresa que fornece a experiência.


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TikTok, quem é?

TikTok, quem é?

Crescimento da plataforma tem despertado a preocupação de players já estabelecidos no mundo das redes sociais

A TikTok é o primeiro produto de social media para usuários construído por um dos gigantes de tecnologia chinesa que está se saindo bem globalmente. Mas o que realmente faz do TikTok um fenômeno que já está preocupando outras redes sociais? O nível de comprometimento de seus usuários!

Para se dar bem neste aplicativo é necessário dedicar bastante tempo para fazer um bom vídeo. O conteúdo é diverso, mas gira em torno de interpretação de músicas, esquetes de humor caseiros e desafios.

Boa parte do público que antes estava no Instagram tem migrado para o app chinês, além de atrair novos adeptos que pela primeira vez na vida experimentam fazer parte de uma rede social. De acordo com a empresa de pesquisa AppAnnie, que monitora downloads de aplicativos móveis, fora da China, os usuários do Android gastaram 1,1 bilhão de horas no TikTok em agosto de 2019, houve um aumento de 400% em relação ao ano anterior.

Esse rápido crescimento também carrega consigo preocupações sobre a segurança da plataforma. No entanto, para os milhões de crianças e adolescentes que estão aderindo à plataforma, isso não faz a menor diferença, o que eles querem mesmo é likes.


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TikTok, quem é?

Má influência

Influenciadores despreparados podem colocar em risco a credibilidade das marcas que representam

Influenciadores ganharam popularidade com anúncios de produtos de todos os setores. E não é à toa. Depois dos amigos e parentes, os influenciadores são a segunda fonte de tomada de decisão para consumidores.

Mas quem pensa que é só chegar e fazer, se engana. Esses profissionais precisam ser qualificados para navegar em redes turvas e evitar problemas futuros. As marcas fazem uma curadoria cirúrgica. Esmiúçam o perfil do influenciador e do seu público para garantir que ambos estejam de fato alinhados com seus produtos e serviços, vasculham seus perfis para garantir que seu histórico não contenha antecedentes que possam prejudicar a credibilidade da marca.

As “webcelebridades” estão em constante exposição e isso quer dizer que estão mais sujeitos a repassar conteúdos enganosos, inapropriados e, por tabela, colocar em risco a credibilidade das marcas que representam.

Afinal, as redes estão emaranhadas e é preciso capacitação para discernir os conteúdos enganosos dos confiáveis. As notícias falsas têm mais chances de viralizarem e os desmentidos nunca percorrem o caminho de volta. Já as informações verídicas levam seis vezes mais tempo para alcançar as mesmas pessoas.

Por isso, todo cuidado é pouco para não cair em uma mentira. Ou pior: passar adiante um conteúdo que vai gerar desinformação ou reações coléricas. Mais do que nunca, influenciadores precisam estar preparados para exercer uma influência positiva e quebrar as correntes de desinformação.


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