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A experiência do cliente perfeita é um conjunto de interações que excedem as expectativas e necessidades do cliente

Ao invés de competir com coisas quantitativas tipo, algumas empresas optaram por melhorar as métricas qualitativas como: empatia, apoio, aparência e comportamento, e é justamente isso que os clientes almejam.

De acordo com um estudo feito pela RightNow, 86% dos consumidores estão dispostos a pagar até 25% a mais para ter um melhor atendimento e isso permite que as empresas construam fidelidade com os clientes.

Quando utilizado de forma eficaz, essas técnicas facilitam a aquisição e melhoram a retenção. No entanto, é preciso uma série de ações para ser realmente bem-sucedida a longo prazo, além de um bom planejamento, pois elas possuem um alto poder para conquistar consumidores regulares que também promovem e defendem espontaneamente a sua marca.

O pós-venda também deverá trabalhar para manter o relacionamento ativo e próspero, oferecendo atualizações do produto ou orientações para melhorar a performance dos serviços adquiridos, por exemplo.

Outro fator que deve ser levado em consideração é o comportamento do cliente. Levado por suas emoções durante toda a jornada de compra, elas podem induzi-lo a concluir a venda ou a desistir definitivamente da aquisição de determinado produto ou serviço. Por esse motivo, o mapeamento do processo de compra é tão fundamental. Ao compreender a jornada sob a ótica do cliente, a empresa consegue identificar os elementos que o deixam indeciso, insatisfeito ou incomodado, por exemplo.

A experiência do cliente é criada pela contribuição, não apenas dos valores dos clientes, mas também pela contribuição da empresa que fornece a experiência.


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Lugar ao Sol

TikTok, quem é?

Lugar ao Sol

120 milhões de usuários da internet no Brasil já ouviram pelo menos um programa de podcast

Sensação do momento o podcast é uma das novidades da internet para os usuários e marcas em suas ações de marketing digital.

Segundo um estudo realizado em parceria com o Ibope Inteligência, 40% dos 120 milhões de usuários da internet no Brasil já ouviram pelo menos um programa no formato podcast. Já a quantidade de podcasts brasileiros ultrapassa a marca de dois mil e foram computados apenas os ativos, considerados com uma audiência regular e que estão disponíveis pelas mais diferentes plataformas.

Diante deste cenário, grandes anunciantes começam a experimentar o formato, como é o caso da Petrobras, Caixa, Senac, Natura entre outros.

O formato ganhou relevância recentemente, mas foi em maio de 2004 que o termo “podcast” foi utilizado pela primeira vez para descrever o processo utilizado por Adam Curry. Ex-VJ da MTV e criador do primeiro agregador de podcasts, usando Applescript.

Já o momento de massificação da ferramenta foi com o lançamento do o iTunes, leitor de música digital da Apple. Desde então, esse formato de transmissão é muito utilizado por diversas pessoas e empresas no mundo todo para divulgar notícias e programação.

Existe uma tradição no Brasil de adotar o uso de novas mídias de forma rápida e efetiva, especialmente as relacionadas à internet e no caso dos podcasts não foi diferente.

Mas como toda nova mídia, o uso da ferramenta ainda sofrerá adaptações e melhorias, principalmente no aumento em números de ouvintes. Assim como nas redes sociais, a tendência é o surgimento de mais podcasts e como sempre acontece, novos nomes cairão no gosto e outros, nem tanto assim. Mas o fato é que eles vieram para ficar e, finalmente, reivindicaram seu lugar ao sol.


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TikTok, quem é?

TikTok, quem é?

Crescimento da plataforma tem despertado a preocupação de players já estabelecidos no mundo das redes sociais

A TikTok é o primeiro produto de social media para usuários construído por um dos gigantes de tecnologia chinesa que está se saindo bem globalmente. Mas o que realmente faz do TikTok um fenômeno que já está preocupando outras redes sociais? O nível de comprometimento de seus usuários!

Para se dar bem neste aplicativo é necessário dedicar bastante tempo para fazer um bom vídeo. O conteúdo é diverso, mas gira em torno de interpretação de músicas, esquetes de humor caseiros e desafios.

Boa parte do público que antes estava no Instagram tem migrado para o app chinês, além de atrair novos adeptos que pela primeira vez na vida experimentam fazer parte de uma rede social. De acordo com a empresa de pesquisa AppAnnie, que monitora downloads de aplicativos móveis, fora da China, os usuários do Android gastaram 1,1 bilhão de horas no TikTok em agosto de 2019, houve um aumento de 400% em relação ao ano anterior.

Esse rápido crescimento também carrega consigo preocupações sobre a segurança da plataforma. No entanto, para os milhões de crianças e adolescentes que estão aderindo à plataforma, isso não faz a menor diferença, o que eles querem mesmo é likes.


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TikTok, quem é?

Má influência

Influenciadores despreparados podem colocar em risco a credibilidade das marcas que representam

Influenciadores ganharam popularidade com anúncios de produtos de todos os setores. E não é à toa. Depois dos amigos e parentes, os influenciadores são a segunda fonte de tomada de decisão para consumidores.

Mas quem pensa que é só chegar e fazer, se engana. Esses profissionais precisam ser qualificados para navegar em redes turvas e evitar problemas futuros. As marcas fazem uma curadoria cirúrgica. Esmiúçam o perfil do influenciador e do seu público para garantir que ambos estejam de fato alinhados com seus produtos e serviços, vasculham seus perfis para garantir que seu histórico não contenha antecedentes que possam prejudicar a credibilidade da marca.

As “webcelebridades” estão em constante exposição e isso quer dizer que estão mais sujeitos a repassar conteúdos enganosos, inapropriados e, por tabela, colocar em risco a credibilidade das marcas que representam.

Afinal, as redes estão emaranhadas e é preciso capacitação para discernir os conteúdos enganosos dos confiáveis. As notícias falsas têm mais chances de viralizarem e os desmentidos nunca percorrem o caminho de volta. Já as informações verídicas levam seis vezes mais tempo para alcançar as mesmas pessoas.

Por isso, todo cuidado é pouco para não cair em uma mentira. Ou pior: passar adiante um conteúdo que vai gerar desinformação ou reações coléricas. Mais do que nunca, influenciadores precisam estar preparados para exercer uma influência positiva e quebrar as correntes de desinformação.


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TikTok, quem é?

Evolução na empresa e na tecnologia

Esperar resultados diferentes fazendo as coisas como fazíamos pode não acontecer

Estamos cada vez mais imediatistas e ficando realmente mimados e mal-acostumados com toda a praticidade que a tecnologia vem nos proporcionando. Tudo está à distância de um clique, tanto para o lado positivo quanto para o negativo.

Um exemplo disso é quando, uma má experiência com uma marca ou serviço viraliza e aparece nas redes sociais para que todos vejam e comentem e em questão de segundo, essa mesma agilidade permite consertar algo que tenha saído errado.

Esse cenário sofrerá mudanças ainda maiores, nos colocando à prova se seremos capazes de nos moldar às tendências, tecnologias e novas maneiras de consumo e de diálogo.

Dentro dessa realidade, nós como agência precisaremos nos recriar, desenvolvendo uma agência para cada cliente, pensado de forma exclusiva para alcançar o resultado e atingir os objetivos do negócio.

Se a tecnologia vem mudando de maneira constante e dinâmica a nossa relação com o mundo, precisamos estar preparados e dispostos a nos adaptar também. Essa é uma questão de sobrevivência.


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Online e off-line. A união faz o resultado

Ambas as mídias quando sincronizadas podem trazer resultados mais que positivos

Potenciais clientes são impactados por uma infinidade de mensagens e de informações provenientes dos mais diversos meios, o que torna praticamente impossível prever com exatidão qual campanha conseguirá gerar maior impacto e precisão, priorizando a ocasião mais favorável.

Encontrar uma estratégia de marketing que não considerem, simultaneamente, o online e off-line é quase impossível, pois, ambas as mídias compõem um universo único em que qualquer canal e pode ser decisivas para o contato com os consumidores.

O consumo simultâneo das mídias tradicionais, como TV e rádio, com os dispositivos digitais como tablets, notebooks e smartphones, permite essa integração. Esse processo dos canais online e off-line não dispensa um planejamento prévio, fundamentado no conhecimento do público e combinado a seus objetivos que deve ter a sua prática acompanhada de um processo contínuo e crítico de mensuração e avaliação. Os desafios propostos por essa necessidade de integração em um ambiente em que os consumidores são, a todo instante, submetidos a diversas mensagens, provenientes de vários canais, podem transformar-se em grandes oportunidades.

Mensagens exatamente sincronizadas entre canais online e offl-ine geram muito mais resultados do que aquelas planejadas ou praticadas sem considerar o uso simultâneo entre esses dois universos, fica a dica.


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TikTok, quem é?

A transformação das marcas na era digital

Muitas coisas mudaram e as marcas e os consumidores também estão em transformação

O conceito de uma marca não é fácil de definir e vai além de símbolos, ícones, características e personalidades. A marca comunica o posicionamento de um serviço ou produto e seus diferenciais diante aos seus concorrentes. Na era da fartura de informação, ser a marca mais lembrada pelas pessoas de uma região é mérito de muito esforço e entendimento.

Nunca marcas e consumidores estiveram tão próximos e trocaram tantas experiências como nos dias de hoje. Esse movimento alterou totalmente a maneira como consumimos informação e adquirimos produtos e serviços.

Estamos todos nos adaptando a um novo cenário onde marcas têm a obrigação de se reestruturar para conquistar as mentes e os corações das pessoas. Tudo ficou mais rápido na era digital. Um dos principais impactos das tecnologias digitais se deu no comportamento dos consumidores. Cada marca é o resultado de um processo de comunicação entre dois atores, sendo a empresa na posição de emissor e o consumidor na posição de receptor. Na era digital, o cenário de produção e disseminação de conteúdo mudou, a comunicação das marcas deixou de ser estruturada e atualmente ocorre de maneira multilateral, especialmente no ambiente de mídia social. Antes, o consumidor ia até as marcas. Hoje, são as marcas que tentam abrir esse diálogo com o consumidor.

A evolução contínua e cria um ambiente de muitas oportunidades em uma corrida aberta e acirrada na busca para se tornar uma marca, de fato, inesquecível. E têm alcançado maior êxito as marcas que adicionam aos seus planos, novas formas de interação com o público, mas sem abandonar meios tradicionais e veículos de comunicação de massa.


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